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Segunda-Feira, 26 de Outubro de 2015 - Hora:18:34

Projeto profissional no futebol

Marcelo Capretz é colunista esportivo

O futebol atualmente é um negócio bilionário. Negociações de atletas, direitos de televisionamento, produtos licenciados, bilheteria de jogos, enfim, em tudo rola muito dinheiro. E para administrar tudo isso não dá mais para contarmos com amadores. Precisamos de profissionais.

 

Um clube de futebol, não só com as receitas que tem, mas também por envolver uma massa de "clientes" apaixonados, precisa ser gerido como uma empresa, com planejamento, metas de curto e longo prazo, estratégias, etc. O dirigente não profissional, que dedica seu tempo por amor ao time, não pode mais ser figura central neste negócio. 

 

Lentamente, o futebol brasileiro está acordando para isso que já é uma realidade no mundo inteiro. Dirigente hoje tem que entender de gestão e, principalmente, entender o jogo futebol, seus treinamentos, esquemas táticos, variações, etc. As coisas não podem mais ser tratadas empiricamente, como foram até agora. Vários bons profissionais, que conseguem aliar a teoria mais moderna do mundo esportivo com uma boa noção prática, tem aparecido no Brasil. É questão de tempo e de bom senso para os dinossauros estatutários sumirem de vez dos nossos clubes.

 

*

 

Tudo que foi feito no Palmeiras neste ano tem um único propósito: conquistar uma vaga na Taça Libertadores de 2016. Se ela vier acompanhada de um título, ótimo. Se não vier, não haverá muita lamentação. Por exemplo, para os dirigentes palmeirense é melhor ficar no G-4 do Campeonato Brasileiro do que ter sido campeão Paulista - o Palmeiras foi vice-campeão.

 

E o caminho mais curto para isso é também o que une o útil para os dirigentes e o agradável ao torcedor: o título da Copa do Brasil.

 

Mesmo com o técnico Marcelo Oliveira se equivocando nas decisões mais simples como escalação, posicionamento e recomposição, o Verdão tem condições de vencer essa competição. 

 

No mata-mata nem sempre a melhor equipe vence. Em dois jogos, contando com a força do seu torcedor em casa, é plausível vencer uma equipe com mais recursos técnicos, como o Santos, provável adversário em uma possível final.

 

Não acredito no Palmeiras ficando entre os quatro melhores do Brasileirão. Mas pela força da torcida, pelo peso da camisa, o título da Copa do Brasil não é um sonho. É o único caminho para este ano não ser perdido.

 

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