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Cabreúva - Terça-Feira, 06 de Junho de 2017 - Hora:11:53

Fundo Social, Senar e Sindicato Rural de Itu realizam curso de Processamento Artesanal de Aves em Cabreúva

 

Mais um curso de sucesso acaba de ser realizado pelo Fundo Social de Solidariedade de Cabreúva. O curso de Processamento Artesanal de Carne de Aves é mais uma parceria entre o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), o Sindicato Rural de Itu e a Prefeitura de Cabreúva,  que ensinou as técnicas de desossar, fazer lingüiças, presunto, embutidos, defumados, quibes, empanados, rocambole, farofa, kafta e muitas outras delícias.

 

O preço do quilo do frango inteiro gira em torno de R$5 e a infinidade de pratos que podem ser feitos com ele é de encher os olhos e o paladar! O instrutor Edson Leme de Godoy ensinou os pratos para 20 alunos durante três dias de curso, entre 29 e 31 de maio. O Fundo Social se transformou em uma grande cozinha onde todos os alunos colocaram a mão na massa, ou melhor, nos frangos (risos).

 

A coordenadora do Funss, Marisa Romão e a presidente do Fundo Social, Mari Martin, ficaram muito felizes com o sucesso do curso. “Estamos promovendo vários cursos de geração de renda para a população. Estamos adaptando nossa cozinha para as aulas teóricas e práticas, e atendendo cada vez mais pessoas. O resultado de tudo isso está no retorno positivo e na satisfação de nossos alunos”, afirma Mari.

 

História de sucesso

 

João Carlos Gaspari, 51 anos, metalúrgico (prestes a se aposentar), casado e pai de dois filhos, está no terceiro curso do Fundo Social. Já fez o de conserva de vegetais, de manipulação de frutas para fabricação de compotas e agora o de processamento artesanal de frango. Ele nos conta que há 16 anos não tinha perspectiva nenhuma de futuro. Ficou desempregado, se afundou na bebida, perdeu 70% do pâncreas e entrou em depressão.

 

Foi a partir de um almoço feito por ele para a família que seu destino começou a mudar. Surgiu aí um novo dom, dom que adormecia dentro dele. Os familiares passaram a elogiá-lo pelos pratos que fazia e sua auto-estima ressurgiu. Logo voltou ao trabalho como metalúrgico. Só que o encanto pela cozinha continuava. E hoje, longe das fábricas, e já com tudo em andamento para se aposentar, ele dedica o seu tempo a ajudar sua tia Cida na fabricação de macarrão caseiro, conservas e compotas de frutas (os dois últimos aprendidos nos cursos do Fundo Social com o Senar). Os produtos são comercializados em uma academia de um parente em Jundiaí. E ele confessa que são tantos os pedidos que não estão vencendo as encomendas.

 

“O Fundo Social me acolheu. Sou muito grato por isso. Se você faz uma coisa que gosta não pode desistir. Tem que acreditar no seu sonho. O que me salvou da depressão foi a culinária, que hoje é uma das minhas fontes de renda, além de ter feito com que eu voltasse a acreditar em mim. Hoje sou outra pessoa, com muita vontade e disposição de inovar e melhorar cada vez mais”, afirma.

 

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